Video curso completo de linux (gratuíto)

O Linux é um grande sucesso no meio corporativo e nos últimos tempos vem ganhando mais espaço entre os usuários comuns graças à distribuições que focam o usuário final como o Ubuntu.

Aprender a usar o Linux hoje pode ser então tanto uma oportunidade para uso profissional quando pessoal.

A ActiveInfo, uma empresa focada em treinamento de TI, disponibilizou em seu site um excelente curso de Linux. Está aí um grande oportunidade de aprender mais sobre o sistema

Acesse o curso clicando aqui.

São 13 aulas que vão desde a introdução à história do linux até conceitos avançados.

Fica a dica.

Atualizando o VLC no Linux

Recentemente foi lançada a versão 2.0 do VLC, um dos melhores reprodutores de mídias que existe.

Para realizar a instalação ou atualização você deve executar os seguintes comandos:

Para adicionar o repositório

sudo add-apt-repository ppa:videolan/stable-daily && sudo apt-get update

em seguida vamos instalar / atualizar

sudo apt-get install vlc

Pronto agora é só curtir o novo VLC.

#Rails01 – Começando com Rails do zero (Vídeo aula)

Olá pessoal, hoje eu tomei coragem e fiz uma coisa que há muito tempo tinha vontade de fazer, uma vídeo aula!

Não sei se levo muito jeito para a coisa, mas espero que vocês gostem.

Nesse vídeo eu compartinho com vocês como iniciar com rails para quem está começando agora, como instalar e quais são as melhores fontes de informação para quem quer aprender Rails.

 

De acordo com a receptividade do público eu vou preparando outros vídeos.

Seguem links utilizados neste vídeo tutorial:

http://rubyonrails.org

http://railscasts.com

https://groups.google.com/forum/?hl=pt#!forum/rails-br

http://compare.buscape.com.br/proc_unico?id=3482&kw=rails

 

Até a próxima.

Alternativa ao OneNote para Linux (CherryTree)

Olá pessoal, vou postar uma dica rápida para os usuários Linux.

Para quem usa o OneNote no Windows sente falta de algum programa a altura no Linux, há uma esperança. Demorei um bom tempo, testei quase 10 programas diferentes e acabei encontrando uma alternativa excelente para o Linux, o CherryTree.

Se você, está com saudades do OneNote, vale a pena dar uma testadinha nesse programa.

Há, tabém a versão do CherryTree para Windows.

Até a próxima.

Atualizar o ubuntu 10.10 para 11.04

Olá pessoal, hoje 02/04, o Ubuntu está na versão beta que antecede a versão release candidate, que antecede a versão final prevista para 28/04. Devido a essa proximidade resolvi instalar o beta na minha máquima para testar a nova versão.

Vou postar aqui algumas dicas de como atualizar o Ubuntu em dois passos:

Passo 1:

Teoricamente é bem fácil instalar uma nova versão, e é mesmo, mas eu tive alguns problemas com o repositório do ubuntu aqui do Brasil, então eu mudei o servidor de repositório do Ubuntu para o principal fazendo o seguinte:

Abra o ogerenciador de pacotes Synaptic localizado no menu Sistema>>Administração

Entre com a senha de root.

Selecione o menu Configurção>>Repositórios e na opção “Baixar de” escolha servidor principal:

Depois clique em fechar e em seguida no botão “Recarregar”, serão realizadas algumas atualizações, aguarde.

Passo 2

Para atualizar Ubuntu execute o seguinte comando:

sudo update-manager -d

Quando o Gerenciador de Atualizações do Ubuntu estiver aberto, verifique no topo da Janela, deverá estar escrito que a versão 11.04 está disponível, então clique em “Atualizar”.

Depois de mais de uma hora de atualizações o resultado foi esse:

Eu gostei, deixe os seus comentários.

A boa notícia é que o meu ambiente de desenvolvimento (PHP, Rails, Mysql entre outros) continuam funcionando sem problemas.

Tutorial Rails 3 Part.2: Controller, RESTful e scaffold.

Vamos dar continuidade ao nosso tutorial sobre Rails 3, se você não leu a primeira parte clique aqui.

Hoje nós faremos algumas customizações na parte visual do nosso sistema para deixá-lo mais amigável. Mas antes temos que conhecer um pouco mais sobre a estrutura do Rails.

Quando usamos o scaffold, o Rails criou automaticamente uma estrutura composta por um conceito chamado de REST, que determina que um model deve ser composto por 7 ações básicas. Estas ações podem ser visulizadas no arquivo de controller. O controler é responsável por fazer a interface entre as views e os models na arquitetura MVC, realizando o processamento das requisições vindas do navegador web.

Os controllers ficam localizados na pasta app/controller/, e por uma convenção da framework, o nome dos controllers que estiverem vinculados a um model sempre deve estar no plural, diferente dos models que devem estar no singular. Mais adiante veremos neste como criar um controller independentemente de um model.

Vamos abrir um arquivo de controller que já criamos para visualizar a sua estrutura:

app/controller/centro_de_custos_controller.rb


class CentroDeCustosController < ApplicationController

 def index
  ...
 end

 def show
  ...
 end

 def new
  ...
 end

 def edit
  ...
 end

 def create
  ...
 end

 def update
  ...
 end

 def destroy
  ...
 end
end

Notamos que a classe CentroDeCustosController possui 7 métodos, na estrutura do Rails nós podemos chamar esses métodos de actions, pois eles representam de certa forma ações relacionadas ao model:

index : Responsável por visualizar todos os elementos de um model, é a action padrão do controller. Portanto quando acessamos a url http://localhost:3000/nome_do_controller/, na verdade estamos acessando esta action.

show: Responsável por visualizar um elemento específico determinado por um ID, a url funciona desta forma: http://localhost:3000/nome_do_controller/id_do_elemento

new: Formulário de cadastro de um novo redgistro, a url fica desta forma: http://localhost:3000/nome_do_controller/new

edit: Formulário de edição de um registro, acessado desta forma: http://localhost:3000/nome_do_controller/edit/id_do_elemento

Cada uma destas actions possuem um arquivo de visualização correspondente na pasta app/views/nome_do_controller, as views são responsáveis por exibir o conteúdo de forma amigável para o usuário final. Nela podemos utilizar tags html, css, javascript, flash etc.

Lista de relação entre as actions do controller e os arquivos da view.

Action — View

index — app/views/nome_do_controller/index.html.erb

show — app/views/nome_do_controller/show.html.erb

new — app/views/nome_do_controller/new.html.erb

new — app/views/nome_do_controller/edit.html.erb

Porém, para o RESTful nem todas as actions precisam de uma view, pois elas apenas executam uma tarefa requisitada por uma outra action e depois enviam uma mensagem de confirmação de execussão, é o caso das actions:

create — executa a tarefa solicitada pela action new — manda uma mensagem de confirmação para a view show.

update — executa a tarefa solicitada pela action edit — manda uma mensagem de confirmação para a view show.

destroy — executar a tarefa solicitada pela na view index quando um usuário clica na opção de destroir alguma elemento — manda uma mensagem de confirmação para a view index.

Há uma questão técnica interessante relacionadas ao método de requisição quando nós trabalhamos com RESTful no Rails. Para quem já está familiarizado com o desenvolvimento web, sabe o que são requisições do tipo GET ou POST, o Rails utiliza estas e outras duas PUT e DELETE.

Action — Tipo de Requisição

index — GET

new — GET

edit — GET

show — GET

create — POST

update — PUT

destroy — DELETE

Uma forma de visualizar toda essa estrutura é executando o seguinte comando na diretório da sua aplicação:


rake routes

Resultado:

Agora vamos criar um controller para tratar da página inicial da nossa aplicação executando o seguinte comando:


rails g controller home index

Quando usamos rails g equivale a usarmos rails generate, eu prefiro usar a forma abreviada mas ambas funcionam da mesma forma. Portanto, esse comando gera um controller chamado home, o ultimo parâmetro é o nome da action que usaramos.

Após executar esse comando o Rails automaticamente criará para você uma série de arquivos, em especial para o nosso propósito o controller e a view.

app/controller/home_controller.rb

app/view/home/index.html.erb

Se você der uma olhadinha no home_controller.rb perceberá que a action index já está lá.

Agora precisamos editar a view app/view/home/index.html.erb desta forma:


<h2>Seja bem vindo<h2>
<p>Aogra você pode fazer o controle sobre os seus gastos e economizar uma grana.</p>

Agora se você iniciar o seu servidor com o comando


rails s

e acessar o endereço o endereço  http://localhost:3000/home/index você visualizará a página que acabamos e editar.

Nota: o comando rails s é a abreviatura do rails server ambos tem a mesma função, como já disse, eu prefiro sempre usar a forma reduzida. Para sair do servidor é pressionar as teclas CTRL + C.

Para definirmos ela como a nossa página inicial faremos o seguinte:

Vamos deletar o arquivo padrão da página inicial do rails:

public/index.html

Em seguida vamos abrir o arquivo:

config/routes.rb

E editá-lo da seguinte forma:

ControleGastos::Application.routes.draw do

 root :to=> "home#index"

 resources :centro_de_custos

 resources :lancamentos

 # The priority is based upon order of creation:
 # first created -> highest priority.
...

Pois bem, acabamos de definir a página inicial da nossa aplicação.

Vamos fazer um teste acessando

http://localhost:3000

Bem pessoal, por enquanto é isso, esse tutorial foi bem teórico, mas muito importante para entendermos alguns conceitos importantes do Rails.

Como aprender a usar o GIT

Minha experiência pessoal com o Git a princípio não foi muito boa, demorei um pouco para entender os conceitos e a utilidade dos principais comandos. Outro problema é que eu não via, a princípio, muito sentido em versionar um código no qual somente eu iria mexer.

Bem, essa história começou a mudar quando comecei a usar o Rails e percebi a infinidade de coisas legais que eu poderia encontrar no Github, outra coisa que acredito ter me ajudado foi a mudança para do Windows para o Linux, pois isso me deu uma maior intimidade em utilizar o prompt de comando, apesar de que o Git rode perfeitamente no Windows.

Para começar com o Git eu recomendo o tutorial feito pelo Dijalma Filho em seu Blog que também está disponível em PDF, esse foi o melhor tutorial que encontrei em português.

Vou deixar mais duas dicas aqui sobre o Git.

A primeira é um serviço de repositório online CodaSet que é similar ao Github, mas que tem a opção de manter um projeto privado gratuitamente, isso é bom para quem não quer disponibilizar seu código para todos.

A segunda é Giggle, uma interface gráfica do Git para ambiente Línux.

Instalação do Giggle

Debian / Ubuntu

apt-get install giggle

Gentoo

emerge giggle

Fedora

yum install giggle